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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Fwd: 3/70, A História de Idéia


Mensagem original
De: jose carlos lima < jose.carlos.lima@hotmail.com >
Para: jose.carlos.lima@hotmail.com,edson_barrus@ig.com.br
Cópia: passetti@matrix.com.br,joao@glx.com.br,dani.psic@bol.com.br,ladgero@terra.com.br,clmelo@cultura.com.br,contato@olhosalma.com.br,efiterman@brturbo.com,bentoxvi@vatican.va,protocolo@planalto.gov.br,jl2006@uol.com.br,loganalise@loganalise.com,alexandre.pereira@unifap.br,pvj@terra.com.br,fabio.tremonte@uol.com.br,ateus@ateus.net,edneyantunes@hotmail.com,carlosbrandao@dm.com.br,o_melhor_anjo_@aeiou.pt,mlontra@uol.com.br,brasigoisfelicio@hotmail.com,etetuba@uol.com.br
Assunto: 3/70, A História de Idéia
Enviada: 06/03/2006 11:06

Caro Alexandre, o seu email me leva a escrever sobre um assunto. Sei lá,
tudo é entrelaçado. A sua mensagem me fez lembrar que:
.
.
Somos avisados de uma certa forma, seja por sonhos ou sinais reais. Resta a
nós perceber tais sinais=avisos. Costumamos não levar em conta tais sinais=avisos que nos chegam durante a
vigília=dormência., quando estamos de olhos fechados=abertos. Senão vejamos.
Numa destas elaborações sequenciais, de 1/70 a 70/70, eu estava no fragmento
65/70 quando parei. O fragmento seguinte era o 66/70. Pressenti o perigo,
uma vez que, o que escrevo é um obra em transcurso o que vivo=olho=sou. Faz parte da minha
história tudo o que vivo=olho=sou. Para escapar da morte, pensei em pular o
fragmento 66/70. Mas tive que vivê-lo. No fragmento 66/70 por um triz não
morri. Como relatei naquela época, cheguei a me despedir do relógio
de ponto, deste amontoado de coisas que nos cerca ou escrevemos assim como se fôssemos spin amuladores até sermos estrangulados por um assassino e vê diante da morte sendo velado dentro de poucos minutos perto da inexis tência total nada mal. Exatamente
por isso não morri. Não fiquei com medo da morte me estragulando. Falando nisso, estou querendo fazer duas coisas:
yoga e karatê, esta última especialidade para auto-defesa mas vai que nem preciso de nada disso
.
..
a morte
.
.
.
Como é a morte?
O seu gesto mais marcante é a ocultação do rosto. Antes de escapar da morte
por um triz, fui avisado por meu inconsciente. Mas nem levei o aviso em
conta. Talvez por ter achado aquilo impossível de ocorrer comigo. Talvez por
não ter entendido. Talvez por não querer cair na real e continuar embalado
por meu mundo imaginário, ou seja, por meu prsonagem, o Idéia Sem Morte.
Foi assim
Dormindo, sonhei que a morte me visitava
No sonho aquilo era a morte mesmo
A Morte chegou vestida de abaluaiê
Não mostrou o rosto
Estava usando uma roupa cintilante, mil olhos no corpo
Fiquei encant ando com os olhos da morte
Tantos olhos
Parecia um céu estrelado
.............
Dias depois, quando a morte esteve aqui em casa
Quando escapei por um triz,
Ai que a ficha caiu, ou seja, entendi
.
.
.
No fragmento anterior disse que iria falar de substâncias primordiais, etc e
tal
Pois o perigo de morte do avô de Alexandre, o email dele, me leva a concluir
que, o que eu iria falar, vejo isso agora, agora sei... é a morte
Como foi o sonho=visão das substâncias primordiais distintas?
Foi assim
Eu estava no interior de uma roça de arroz=trigo=centeio
a plantação estava tenra=nova
de volta para casa, retornei pelo aceiro=lateral direita
subi na cerca
vi um rio morto ali mesmo
olhei para o céu
vi que o sol estava grávido
no meio do sol vi duas sementes=peixinhos
um de cor branca e o outro roxo
o roxo começou a absorver o branco
e os dois c orpos viraram um só
um dos corpos morreu
os dois morreram, sei lá
daqule junção brotou uma geração de seres
primeiramente vi os pés
dois pés no centro do sol
depois vi um rosto
mais um rosto
vários rostos
todos os rostos que haviam até então estado presentes na face deste planeta
rostos perfeitos
rostos deformados
tipo rostos pintados por Siron Franco
Era a continuidade de uma vida
iniciada com a junção daquelas duas substâncias distintas=opostas
uma de cor roxa e outra de cor branca
morte
metamorfose
.
.
.
Para não receber o próximo fragmento responda esta mensagem com cancelar
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.
José Carlos Lima

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